INICIATIVA COMPROMISSO PORTUGAL

Dizem que acreditam que é possível transformar o país em dez anos, aproximar a nosso nível e qualidade de vida da média europeia…

Se inicitivas da sociedade civil como esta não conseguirem ser catalizadoras da tal revolução que precisamos, então, nem daqui a 50 anos lá estaremos.

Compromisso Portugal, dia 10 de Fevereiro de 2004, Convento do Beato, 9:30

I – A OPORTUNIDADE

Agora que uma nova geração de políticos chega ao poder, é também importante que uma nova geração de empresários, gestores e académicos da área económica assuma as suas responsabilidades e dê o seu contributo e apoio à concretização das medidas necessárias para promover um novo modelo económico que retire Portugal da cauda da Europa.

Diversas iniciativas e medidas têm sido lançadas em termos da criação dum novo modelo económico que seja instrumental e decisivo para a melhoria do nível e da qualidade de vida dos nossos cidadãos.

A grave situação económica actual e as deficiências estruturais da nossa economia exigem crescentemente medidas profundas, determinadas, bem geridas e coordenadas entre si.

É necessário aprofundar as reformas e concretizá-las no terreno, sem o que a maior parte dos benefícios não serão materializados. Tal exigirá uma grande mobilização de competências e recursos humanos, nomeadamente a nível governamental, do Estado e da Sociedade Civil.

O resultado prático das reformas que já foram iniciadas ainda só parcialmente se sentiu, mantendo-se a despesa pública a um nível elevado, sendo cada vez mais premente concretizar a renovação e reestruturação do Estado e a identificação das actividades que este deverá deixar de exercer directamente, melhorando ao mesmo tempo a qualidade dos serviços públicos.

O Estado e as políticas governamentais devem promover um enquadramento estimulante e saudável para as actividades empresariais que permita incrementar e consolidar investimentos de qualidade em Portugal.

Também não devemos iludir as responsabilidades dos nossos gestores e empresários melhorando drasticamente as capacidades e o nível da gestão das nossas empresas. Tal passa desde logo pela interiorização e aceitação das regras da concorrência e implica uma maior visão estratégica, uma maior orientação para o cliente, competências nas áreas de gestão de projectos e processos, investimento e aproveitamento das novas tecnologias, desenvolvimento e motivação dos colaboradores, etc.

O papel das empresas, gestores e agentes económicos em geral não é o de solicitar qualquer proteccionismo ou favorecimento ao Governo e ao Estado, mas antes pressionar para que as condições de enquadramento sejam positivamente alteradas e que os incentivos certos existam em benefício dos investidores, da iniciativa privada, das empresas, dos trabalhadores e da Sociedade em geral.

É desejável que se estabeleça um consenso mínimo sobre o novo modelo económico que mereça o apoio duma parte relevante das forças empresariais, dos trabalhadores, do aparelho do Estado e das principais entidades políticas e sociais.

A iniciativa COMPROMISSO PORTUGAL pretende discutir o novo modelo Económico e de Desenvolvimento para o nosso país e em particular a sua concretização, por forma a contribuir para o estabelecimento dum consenso mínimo sobre o que pretendemos alcançar e o surgimento duma vaga de fundo na nossa Sociedade que leve à realização das mudanças necessárias.

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La Ballade…

Como a asa branca do albatroz
sobre o sopro monótono do Pacífico…
O mar levou-a…
Odeio-te, Oceano!

"Um bom anfitrião… e sem preferências".

Sensibilidade e bom senso!

Parece que chegou o momento de dirigir umas palavras ao MST, por quem, apesar de algumas vezes ser crítico das suas intervenções, tenho admiração enquanto jornalista, colunista, entre outras formas de apreço.

O seu portismo não lhe dá o direito de não se distanciar, aquando das intervenções nas suas tribunas, da mescla de opiniões apaixonadas que sempre se vivem nestes momentos, antes e depois destes jogos!

Por isso é insuportável a sua postura!

“Começo por dizer que considero justo o resultado… embora se tenha tornado evidente que o Sporting não conseguiria marcar que não de penalty e não conseguiria evitar a derrota sem a decisiva ajuda do árbitro..” PARA QUE NÃO HAJA LUGAR A MAL ENTENDIDOS? É preciso ter sentido de humor para dizer isto..!

As considerações sobre o presidente do Sporting não lhe assentam bem porque o homem É PRESIDENTE DO SPORTING, e com isso está a desrespeitar os sportinguistas. Só por isso!

É enganador afirmar ” o descaramento com que o presidente do Sporting enfrentou o problema criado com a atitude antidesportiva de limitar, contra a lei, a venda de bilhetes a adeptos do FC Porto ( e, afinal, estavam dez mil lugares por preencher no estádio…)”. Se calhar estavam à espera que os sócios com bilhete de época que têm o direito de decidir 5 minutos antes do jogo começar se querem ir ao estádio, de uma forma altruista colocassem os seus lugares à disposição dos portistas?!

Referindo-se ao Liedson ( como se ainda não fossem suficientes as imagens televisivas e os mimos do treinador do Porto) manifesta a sua surpresa por “em tão pouco tempo, assimilar as regras da escola de teatro da Academia de Alcochete e aprimorado o estilo de penalties à João Pinto”! Até poderia ter graça, não fôra o estilo!

Do árbitro – “O Daltónico, é precisamente o grande internacional Lucílio Baptista, que esteve, uma vez mais, igual a si mesmo, isto é, sem pinga de isenção ou categoria.”, Por favor! Isto é coisa que se diga do único árbitro português presente no Euro 2004?!

Com que direito se refere à insuportável postura dos dirigentes do Sporting?

Onde é que está o berço?

Se calhar o país também é pequeno para ele…

Estados de alma (I)

Gostei da atmosfera do lindo estádio do meu clube. Gostei da homenagem ao Fehér e da atitude dos presidentes. Gostei do jogo mas não do resultado, pois fomos melhores. Não gostei do Mourinho. Gostava que o Pinto da Costa lhe fizesse a vontade. Gostava de ver mais jogos vibrantes como este Sporting-FC Porto. Não gosto da incontinência verbal dos dirigentes… Gostava que os sportinguistas fossem à Sinagoga apoiar o Benfica contra o Porto. Gostava que os benfiquistas apoiassem o Porto contra o Manchester!

Espero sinceramente que as coisas melhorem

Recebi esta semana a edição da All Jazz de… 07/08 de 2003!
A coisa não está fácil! basta ler o editorial. O país está mesmo assim?!

Até um projecto válido como este, independente, altruísta – como deveriam ser as publicações do género, com uma adesão inicial fantástica, uma excelente abordagem ao panorama jazzístico actual, plena de oportunidade, parece que está a passar pela eterna dependência da publicidade.

Estarei a ser ingénuo? Claro que não, eu sei como funcionam os mercados.
A questão é que, face aos problemas entretanto surgidos, a reedição da revista foi feita em baixa!
É pena ver a qualidade dos textos e das entrevistas decair.
Vamos ver o que o futuro (?) nos traz…!
De qualquer modo, continua a recomendar-se, pois é das poucas referências disponíveis em português!

A propósito, ainda saboreio o serão na Culturgest com o meu amigo Bobby Hutcherson. Quem não viu… visse!!

Demonstração do Teorema de Pitágoras

Pitágoras não só se satisfez com a generalização da propriedade a que chegou, como também se preocupou com a sua demonstração, ou seja, em provar que essa regra se aplicava a todos os triângulos rectângulos. Só depois de demonstrada a propriedade seria promovida a teorema. Teorema este que era uma propriedade que para ser aceite como verdadeira, necessita de ser demonstrada. Pitágoras considerou um triângulo rectângulo cujos lados mediam, numa dada unidade, a e b, e a hipotenusa, c.

Cada figura é um quadrado de lado a + b. A figura 1 foi subdividida em quatro triângulos iguais ao inicial e num quadrado de lados iguais á hipotenusa c .

A figura 2 também contêm quatro triângulos iguais ao inicial.

Pode-se concluir que se temos dois quadrados iguais e ambos contêm quatro triângulos iguais ao inicial, então o que resta num quadrado , noutro tem de ser igual. Pitágoras concluiu que: a^2 + b^2 = c^2

Por volta de 4000 a.C. os Egiptos já utilizavam o método de traçar ângulos rectos, utilizando uma corda onde eram dados 13 nós de forma a que o espaço entre eles fosse igual, isto é, a corda media 12 unidades, sendo cada unidade o espaço entre dois nós consecutivos.

Em seguida, três pessoas seguravam a corda, unindo os dois extremos e a fim de construírem um triângulo cujos lados medissem 3, 4 e 5 unidades. Tinham assim a certeza de que o ângulo b era recto. Esta igualdade verifica-se para qualquer triângulo rectângulo e sua generalização ficou conhecida pelo teorema de Pitágoras.

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