Anedota do dia!

Um voluntarioso rapaz alista-se na tropa e passado o tempo da recruta

inscreve-se nos paraquedistas. Apos as 1as licoes de como saltar, feitas no solo e em aparelhos mais ou menos simples mas sempre no chao, eis que o valente soldado embarca pela 1a vez num aviao juntamente com uma dezena de colegas para o 1o salto das suas vidas… No dia seguinte telefonou para casa dos pais e o telefonema foi mais ou menos assim:

* Entao meu querido filho, saltaste?

Perguntava o pai.

* Espere, eu vou-lhe contar como foi:

Quando chegamos a altura escolhida, abriu-se a porta e o sargento chamou-nos

para o salto.

Mais ou menos assustados, com ou sem uma pequena “ajuda” do sargento, os meus colegas la foram saltando todos ate chegar a minha vez.

* E tu saltaste?

* Espere. Ja la chegamos. Eu disse ao sargento que nao saltava que tinha

medo. Ele disse que eu saltava nem que tivesse que me dar um pontape!

* E tu saltaste?

* Ja la vamos… Eu agarrei-me a tudo o >que pude e o sargento chamou o

co-piloto, um tipo com 1.90, 120 kg de peso e eu ainda me agarrei com mais

forca. Ele disse-me:

* Vais saltar ou nao?

* E tu saltaste?

Eu estava amarelo de medo e entao o copiloto baixou o fecho do fato,

mostrou-me uma pila de 30 cm que mais parecia um cacete e disse que eu ou

saltava ou me enfiava aquela moca pelo cu acima!

* Entao tu saltaste?

* Bom, ao principio saltei um bocadinho!…

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Isabel Laginhas

sem título, 1987

Anedota do dia!

Um voluntarioso rapaz alista-se na tropa e passado o tempo da recruta

inscreve-se nos paraquedistas. Apos as 1as licoes de como saltar, feitas no solo e em aparelhos mais ou menos simples mas sempre no chao, eis que o valente soldado embarca pela 1a vez num aviao juntamente com uma dezena de colegas para o 1o salto das suas vidas… No dia seguinte telefonou para casa dos pais e o telefonema foi mais ou menos assim:

* Entao meu querido filho, saltaste?

Perguntava o pai.

* Espere, eu vou-lhe contar como foi:

Quando chegamos a altura escolhida, abriu-se a porta e o sargento chamou-nos

para o salto.

Mais ou menos assustados, com ou sem uma pequena “ajuda” do sargento, os meus colegas la foram saltando todos ate chegar a minha vez.

* E tu saltaste?

* Espere. Ja la chegamos. Eu disse ao sargento que nao saltava que tinha

medo. Ele disse que eu saltava nem que tivesse que me dar um pontape!

* E tu saltaste?

* Ja la vamos… Eu agarrei-me a tudo o >que pude e o sargento chamou o

co-piloto, um tipo com 1.90, 120 kg de peso e eu ainda me agarrei com mais

forca. Ele disse-me:

* Vais saltar ou nao?

* E tu saltaste?

Eu estava amarelo de medo e entao o copiloto baixou o fecho do fato,

mostrou-me uma pila de 30 cm que mais parecia um cacete e disse que eu ou

saltava ou me enfiava aquela moca pelo cu acima!

* Entao tu saltaste?

* Bom, ao principio saltei um bocadinho!…

A continuação da espécie!

A continuação da espécie!

BLAKE E MORTIMER – OS SARCÓFAGOS DO 6º CONTINENTE

Já não era sem tempo!!

Alguém sabe se a Meribérica vai voltar a editar as Selecções de BD?!

Já dísponivel em todo país, é o novo tomo da colecção Blake e Mortimer já sem Edgar P. Jacobs mas com uma dupla de autores capaz de fazer juz às antigas histórias do criador da série. Esta é mais uma edição de Meribérica/Liber.

Se do ponto de vista da ficção científica apresenta uma invenção diabólica digna de Jacobs, do ponto de vista da ficção política,“Os Sarcófagos do 6º Continente” de Yves Sente e André Juillard, tece minuciosamente a rede de uma intriga centrada no actualíssimo tema do terrorismo internacional, enquanto enquadra a já emblemática dupla de heróis da BD num passado que lhes fornece uma dimensão psicológica que faltava ainda explorar.

BLAKE E MORTIMER – OS SARCÓFAGOS DO 6º CONTINENTE

Bruxelas, 1958. A cidade prepara-se para receber os visitante da Exposição Universal. Os representantes dos países expositores trabalham afincadamente na apresentação dos seus feitos científicos, tecnológicos e sócio-culturais.

Seleccionado para dirigir o pavilhão “British Industry”, Philip Mortimer e a sua equipa encarregam-se de estabelecer uma ligação permanente com a base científica de Halley, na Antárctida, que permitirá aos visitantes sentir em directo de Bruxelas o pulsar do 6º Continente.

Optimista e entusiasmado com o trabaho, Mortimer desconhece ainda que um grupo terrorista de origem indiana planeia usar essa mesma ligação para pôr em prática os efeitos de uma potente arma que ameaça destabilizar a célebre Exposição.

Liderada pelo misterioso imperador indiano Açoka, que se diz ter ressuscitado cerca de 2000 anos após a morte, esta organização pretende alarmar o mundo, voltando os olhos da opinião pública para os problemas dos países colonizados, começando pela Índia.

É precisamente na Índia, vinte e cinco anos mais cedo, que no início deste álbum encontramos os jovens Francis e Philip, que se conhecem pela primeira vez quando Mortimer acode ao futuro amigo que se havia visto envolvido numa discussão local.

Pouco mais tarde, Mortimer vê-se obrigado a antecipar o seu regresso a Inglaterra devido ao seu envolvimento com uma bela jovem indiana, misteriosamente desaparecida e cuja morte lhe é imputada.

Neste primeiro tomo de Os Sarcófagos do 6º Continente, Mortimer, incomodado por pesadelos relacionados com a terrível acusação que pesa sobre ele desde a juventude e Blake, seguindo uma investigação do MI5, enfrentam a vingança de Açoka e tentam impedir os efeitos da sua arma secreta sobre a Exposição Universal de Bruxelas, que está prestes a começar.

Já não era sem tempo!!
Alguém sabe se a Meribérica vai voltar a editar as Selecções de BD?!

Já dísponivel em todo país, é o novo tomo da colecção Blake e Mortimer já sem Edgar P. Jacobs mas com uma dupla de autores capaz de fazer juz às antigas histórias do criador da série. Esta é mais uma edição de Meribérica/Liber.

Se do ponto de vista da ficção científica apresenta uma invenção diabólica digna de Jacobs, do ponto de vista da ficção política,“Os Sarcófagos do 6º Continente” de Yves Sente e André Juillard, tece minuciosamente a rede de uma intriga centrada no actualíssimo tema do terrorismo internacional, enquanto enquadra a já emblemática dupla de heróis da BD num passado que lhes fornece uma dimensão psicológica que faltava ainda explorar.

BLAKE E MORTIMER – OS SARCÓFAGOS DO 6º CONTINENTE
Os Sarcófagos do 6º Continente

Bruxelas, 1958. A cidade prepara-se para receber os visitante da Exposição Universal. Os representantes dos países expositores trabalham afincadamente na apresentação dos seus feitos científicos, tecnológicos e sócio-culturais.

Seleccionado para dirigir o pavilhão “British Industry”, Philip Mortimer e a sua equipa encarregam-se de estabelecer uma ligação permanente com a base científica de Halley, na Antárctida, que permitirá aos visitantes sentir em directo de Bruxelas o pulsar do 6º Continente.

Optimista e entusiasmado com o trabaho, Mortimer desconhece ainda que um grupo terrorista de origem indiana planeia usar essa mesma ligação para pôr em prática os efeitos de uma potente arma que ameaça destabilizar a célebre Exposição.

Liderada pelo misterioso imperador indiano Açoka, que se diz ter ressuscitado cerca de 2000 anos após a morte, esta organização pretende alarmar o mundo, voltando os olhos da opinião pública para os problemas dos países colonizados, começando pela Índia.

É precisamente na Índia, vinte e cinco anos mais cedo, que no início deste álbum encontramos os jovens Francis e Philip, que se conhecem pela primeira vez quando Mortimer acode ao futuro amigo que se havia visto envolvido numa discussão local.

Pouco mais tarde, Mortimer vê-se obrigado a antecipar o seu regresso a Inglaterra devido ao seu envolvimento com uma bela jovem indiana, misteriosamente desaparecida e cuja morte lhe é imputada.

Neste primeiro tomo de Os Sarcófagos do 6º Continente, Mortimer, incomodado por pesadelos relacionados com a terrível acusação que pesa sobre ele desde a juventude e Blake, seguindo uma investigação do MI5, enfrentam a vingança de Açoka e tentam impedir os efeitos da sua arma secreta sobre a Exposição Universal de Bruxelas, que está prestes a começar.

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