Archive for the ‘ Mundo Pessoa ’ Category
Fundação Calouste Gulbenkian | De 10 Fev 2012 a 30 Abr 2012 | Curadoria de Carlos Felipe Moisés e Richard Zenith | Imagens de Márcia Lessa Exposição dedicada a Fernando Pessoa e aos seus heterónimos, que pretende mostrar toda a multiplicidade da obra do grande poeta de língua portuguesa, conduzindo o visitante numa viagem sensorial pelo [LER MAIS]
Criar dentro de mim um estado com uma política, com partidos e revoluções, e ser eu isso tudo, ser eu Deus no panteísmo real desse povo-eu, essência e acção dos seus corpos, das suas almas, da terra que pisam e dos actos que fazem. Ser tudo, ser eles e não eles. Ai de mim! este [LER MAIS]
Ad juvenem rosam offerentem A flor que és, não a que dás, eu quero. Porque me negas o que te não peço? Tão curto tempo é a mais longa vida, E a juventude nela! Flor vives, vã; porque te flor não cumpres? Se te sorver esquivo o infausto abismo, Perene velarás, absurda sombra, O que [LER MAIS]
A música, sim a música… Piano banal do outro andar. A música em todo o caso, a música.. Aquilo que vem buscar o choro imanenre De toda a criatura humana Aquilo que vem torturar a calma Com o desejo duma calma melhor… A música… Um piano lá em cima Com alguém que o toca mal. [LER MAIS]
O vento sopra lá fora. Faz-me mais sozinho, e agora Porque não choro, ele chora. É um som abstracto e fundo. Vem do fim vago do mundo. Seu sentido é ser profundo. Diz-me que nada há em tudo. Que a virtude não é escudo E que o melhor é ser mudo. Fernando Pessoa Caspar David [LER MAIS]
[...]O Tejo tem grandes navios E navega nele ainda, Para aqueles que vêem em tudo o que lá não está, A memória das naus.[...] (do “Guardador de Rebanhos” – Alberto Caeiro)[LER MAIS]
Qualquer caminho leva a toda a parte Qualquer caminho Em qualquer ponto seu em dois se parte E um leva a onde indica a estrada Outro é sozinho. Uma leva ao fim da mera estrada. Pára Onde acabou. Outra é a abstracta margem …… No inútil desfilar de sensações Chamado a vida. No cambalear coerente [LER MAIS]
Para comemorar o 75º aniversário da “Mensagem” de Fernando Pessoa, reproduzo aqui as ligações para as entradas com os capítulos que fui publicando ao longo primeiro semestre de 2004 no Luminescências. Neste dia enevoado, em que se comemora uma independência nacional inexistente e em que, apesar de tudo, é melhor estar na Europa que fora [LER MAIS]
Outra vez te revejo – Lisboa e Tejo e tudo -, Transeunte inútil de ti e de mim, Estrangeiro aqui como em toda a parte, Casual na vida como na alma, Fantasma a errar em salas de recordações, Ao ruído dos ratos e das tábuas que rangem No castelo maldito de ter que viver… Outra [LER MAIS]
Tenho andado entretido a introduzir algumas páginas sobre temas actuais que me interessam e que irão sendo actualizadas. A saber: Uma sobre os Óscares, com mais uma noitada em perspectiva, a 22 deste mês; Outra sobre fotografia em cinema, de Annie Leibovitz - Film Noir. Duas sobre grandes compositores de quem se comemoram bicentenários, respectivamente, da morte de Joseph Haydn e [LER MAIS]
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