Archive for the ‘ In memoriam ’ Category
O Coro Gregoriano de Lisboa apresentou-se na noite de 28 de Janeiro na Sé Patriarcal de Lisboa para homenagear a memória da sua fundadora, a Prof. Maria Helena Pires de Matos. Tradicionalmente dedicado à Liturgia da Apresentação do Senhor, o concerto incluiu excertos do seu último cd, “Os Apóstolos”. A procissão das velas, naquele espaço, possui uma dimensão espiritual [LER MAIS]
As lágrimas não se podem partilhar no Facebook, mas aqui fica este documento espantoso do final do último concerto público de Gustav Leonhardt, em Paris, a 12 de Dezembro passado. Depois de uma última peça de Jacques Duphly vem a Variação nº 25 das Variações Goldberg, que era o extra que ele gostava de oferecer [LER MAIS]
Uma das principais vozes da reinvenção da arte figurativa Morreu Lucian Freud, o pintor do corpo e da carne Por Tiago Pereira Carvalho, Jornal Público Este retrato a óleo do pintor Francis Bacon, pintado entre 1956 e 1957 pelo seu amigo Lucian Freud, foi vendido em leilão, salvo erro em 2009, por cerca de 7 milhões [LER MAIS]
Quando era miúdo, tinha sempre dificuldade em identificar quem era Joaquim Agostinho e Artur Agostinho. Sabia simplesmente que pertenciam ambos à Família Sportinguista! Um dia, subi o Elevador da Bica sentado ao lado do senhor Artur. Finalmente percebi! Pela idade que aparentava, só podia ser o senhor Artur. Que Parvo Que Eu Sou![LER MAIS]
A fotografia, para mim, é uma forma de bloquear o mundo. Nada mais. «metamorfoses para 23 versos» há grandes folhas verde escuras na penumbra variável de uma estufa de plantas. há o cheiro a terra húmida contido entre os vidros brancos de cal, há fetos, avencas, orquídeas, ciclamens banhados pela luz uniforme, a intensas horas [LER MAIS]
A 12 dias de completar 68 anos, Enrique Morente, considerado o grande inovador do Flamenco, não resistiu ao maldito. O El País e a sua jornalista Amelia Castilla honram a memória de mais um Grande de Espanha que deixa saudades[LER MAIS]
Um beijo em lábios é que se demora e tremem no abrir-se a dentes línguas tão penetrantes quanto línguas podem. Mais beijo é mais. É boca aberta hiante para de encher-se ao que se mova nela. É dentes se apertando delicados. É língua que na boca se agitando irá de um corpo inteiro descobrir o [LER MAIS]
No dia da morte de José Saramago, parece-me apropriado transcrever o último capítulo de “As Sete Palavras do Homem”, reflexão pessoal que autor fez, a pedido de Jordi Savall, da obra Septem Verba Christi in Cruce – As Sete Últimas Palavras de Cristo, escrita por Joseph Haydn em 1786. A sua leitura , a par [LER MAIS]
Os Amores de Astrée e Celadon (2007) encerraram o capítulo histórico, iniciado com A Inglesa e o Duque (2001) e Agente Triplo (2004) que, sinceramente, achei uma pessegada. O venerável Eric Rohmer (1920-2010) foi respeitado como poucos cineastas, pela forma como nos dava a ver a narrativa, arte evidenciada nos Contos das Quatro Estações, a [LER MAIS]
Profundamente consternado pelo seu desaparecimento[LER MAIS]
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