Lindo! Muito Lindo – Como me faltam as palavras para traduzir o deslumbramento, tomo a liberdade de transcrever este pequeno mas belo poema de um grande poeta português, de quem sou amigo pessoal e quem muito admiro:
Como se o esplendor queimasse a boca
profundamente nua e a palavra fosse
o tremor de uma palavra violenta.
Assim procuro a beleza que estremece
no deserto sobre uma grande ferida.
Solitária, na sua porta de cinza,
vejo uma figura pálida de pedra.
Mas não traduzo o silvo sibilino
que sulca as duras têmporas do tempo.
“Grande” fim de semana.
Dia 21…estamos lá Muiiitoooosssss
Lindo! Muito Lindo – Como me faltam as palavras para traduzir o deslumbramento, tomo a liberdade de transcrever este pequeno mas belo poema de um grande poeta português, de quem sou amigo pessoal e quem muito admiro:
Como se o esplendor queimasse a boca
profundamente nua e a palavra fosse
o tremor de uma palavra violenta.
Assim procuro a beleza que estremece
no deserto sobre uma grande ferida.
Solitária, na sua porta de cinza,
vejo uma figura pálida de pedra.
Mas não traduzo o silvo sibilino
que sulca as duras têmporas do tempo.
António Ramos Rosa