Arquivo de Dezembro 4th, 2008
Nesta coisa das efemérides, a muito recente e quase despercebida passagem dos quatrocentos anos do nascimento de Francisco Manuel de Melo (1608-1666), tem pelo menos a virtude de permitir recordar, ainda que fugazmente, as diversas facetas e obra do maior polígrafo do século XVII. Soneto I Formosura, e Morte, advertidas por um corpo belíssimo, junto [LER MAIS]
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